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TUBAINA: QUEM NÃO BEBEU NÃO VIVEU...

A primeira vez que ouvi falar sobre a Confraria das Tubaínas foi no programa Você é Curioso? – apresentado por Marcelo Duarte e Silvania Alves, todos os sábados de manhã, na rádio Bandeirantes AM. Fui olhar o blog e fiquei encantado, pois também faço parte desse clube, como todo cara que vem do interior.

É exatamente como está lá no blog do colega jornalista Guilherme Busch : “Além de refrigerante, a tubaína é uma espécie de ícone cultural do brasileiro. É comum que as pessoas tenham uma tubaína preferida, como um time de futebol ou um livro de cabeceira. Em geral é um refrigerante regional que remete à sua cidade de origem, a seu período de infância, às suas lembranças mais doces. E, por isso, a tubaína tem um lugar tão especial na vida das pessoas.”

A minha tubaína é a Bacana, que era fabricada em Boituva (116 quilômetros da capital, pela rodovia Castelo Branco), por uma ramificação da família Schincariol – não aquela de Itu Tinha a tubaína Bacana, o abacaxi, a laranja e, mais recentemente, até a cola. É só lembrar do refrigerante e vem em minha boca o gosto da tubaína Bacana, lá da minha aldeia, Boituva.

Na imagem abaixo, o Diário de Sorocaba, do qual eu era correspondente, destaca, em matéria publicada em 23/10/1973, que a fábrica de refrigerantes estava ampliando suas instalações. A Bacana não existe mais. Hoje, onde havia o galpão que aparece na foto, funciona o primeiro e único shopping de Boituva.

Guilherme, parabéns pelo blog. Não poderemos degustar a Bacana, como faz a confraria. Mas deixo aqui o apelo para os boituvenses ou moradores da região que, por um desses grandes acasos da vida, tenham algum rótulo, alguma embalagem do produto ou alguma imagem mostrando o rótulo, para que, por favor, entrem em contato. Vamos enriquecer o seu blog com mais um rótulo.



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