Edição "pós-morte" diz como NP foi enterrado vivo

Entra ano sai ano e o jornal Notícias Populares, que este blog humildemente homenageia, continua mais vivo do que nunca. Pelo menos na recordação de quem um dia foi seu leitor ou trabalhou nele e nas escolas de Comunicação espalhadas por todos os cantos do Brasil.
O editor deste blog, que foi repórter de polícia do NP na década de 1980, vira e mexe recebe solicitação de entrevista em trabalhos feitos por estudantes de Jornalismo, ávidos por conhecer detalhes de como funcionava o jornal que mais chegou perto do povão na história deste país.
Um dos mais recentes trabalhos desenvolvidos na área acadêmica é assinado pelo aluno Giovanni Belllo Neto,  do curso de Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina, lá em Floripa.
 
JEITÃO DO NP - O projeto foi desenvolvido como atividade da disciplina de Edição, sob a responsabilidade do professor Ricardo Barreto.
Giovanni, com muita criatividade, editou, fez os textos e o planejamento gráfico de um mural de três páginas diagramado com o mesmo jeitão do NP. O conteúdo, também "manchetado"ao estilo NP, é baseado no livro "Nada mais que a verdade - A extraordinária história do jornal Notícias Populares", que teve uma segunda edição recentemente e tem entre seus autores o competente Celso de Campos Jr., que, por sinal, é filho de Boituva, tal como o editor deste blog.

DO COMEÇO AO FIM - Com base no livro, o mural narra a trajetória do Notícias Populares desde seu início com o jornalista de origem romena Jean Mellé, passando pelos anos dourados de Ebrahim Ramadam, até o trágico e melancólico final, quando a última ediçao do NP saiu encartada naquele que pretensiosamente se pretendia fosse seu sucessor, o jornal "Agora".
Não por acaso, a manchete do mural, em letras que outrora se diriam garrafais, é ENTERRADO VIVO PELO GRUPO FOLHA.
Sobre a manchete, naquilo que jornalisticamente se chama linha fina, o detalhe: Empresa mata Notícias Populares sem avisar ninguém.
Numa das páginas, o autor destas maltraçadas linhas aparece falando sobre o NP e o jornalista e professor Ebrahim Ramadam, que esteve por trás do sucesso do jornal durante 18 anos.
Clique nas imagens, para ampliá-las e facilitar a leitura.
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