IMÓVEL DE 450 M2 NO CENTRO DE BOITUVA, A CAPITAL NACIONAL DO PARAQUEDISMO

Vende-se imóvel no centro da cidade de Boituva, a Capital Nacional do Paraquedismo, que fica a 116 quilômetros de São Paulo. Com terreno de 450 metros quadrados, o imóvel é uma ótima oportunidade para investidores com vistas a empreendimentos futuros.
Tratar diretamente com o proprietário: (11) 3424.8089 ou (11) 8131.8243
(Fotos Emerson Rubinho)

Mães de políticos deveriam testar as calçadas

PASSARELAS DO DESCASO MARCAM
A PAISAGEM DE NOSSAS CIDADES
A paisagem urbana brasileira, mesmo nos centros mais evoluídos, como a região metropolitana de São Paulo, traz pouquíssimos exemplos de calçadas decentes, padronizadas, que permitam a acessibilidade em todos os sentidos.
A região do ABC, ao lado da capital paulista, não é exceção e tem, seguramente, em Santo André os exemplos mais sinistros de calçadas toscas e perigosas. Por essas legítimas passarelas do descalabro deveriam desfilar as mães dos políticos que estão à frente da administração pública, principalmente aquelas que estiverem bem velhinhas.
Infelizmente, porém, os políticos em geral, quando nascem de forma natural, fazem de tudo para que suas mães e entes queridos não tenham que andar pelas calçadas das cidades que administram. Este espaço público tão negligenciado por prefeitos e nobres vereadores fica mesmo para os pobres mortais que têm de trabalhar duro para sobreviver e, além de sofrer com os desvarios do transporte coletivo, precisam ser malabaristas para não se machucar feio nas porcas e malfeitas calçadas das nossas urbes.
Celular Implacável NP mostra abaixo fotos feitas na entrada de Santo André pela Avenida Dom Pedro II. A área é formada por uma bifurcação de duas vias que vêm de São Caetano do Sul e se afunilam numa das pistas da Dom Pedro II. Como diria Boris Casoy: 'É uma vergonha'.
Pés de mamona e mato 'brotam' das calçadas em todo canto
Terreno baldio sem muro, lixo e o mapa do inferno das calçadas
Mamães de políticos deveriam ser obrigadas a caminhar por aqui

Para o Milton Neves morrer de inveja: Mengálvio

Mengálvio e o blogueiro do NP, em 2000, quando o grande bicampeão mundial pelo Santos FC (1962/63) dava aulas de futebol numa escolinha da prefeitura de São Paulo
Milton Merchandising Neves comentou recentemente num de seus dez programas pela Rádio Bandeirantes que há algum tempo, quando ainda não era milionário, ficou emocionado ao encontrar numa praia do litoral paulista, com um calção enorme, saindo do mar, a figura que ele identificou como um dos maiores jogadores de futebol do granda Santos FC: Mengálvio.
Milton disse que ficou sem jeito de chegar para falar com ele, pois não imaginava tamanha simplicidade em alguém que, entre outras conquistas, fora bicampeão mundial em 1962 e 1963, pelo glorioso Santos.
Pois é, Milton, o criador deste blog, cruzou com Mengálvio Figueiró, que está hoje com 72 anos, segundo o seu tão falado Que Fim Levou, bem mais recentemente e em outras condições.
Foi em 2000. Este blogueiro era assessor de imprensa de um vereador da Câmara de São Paulo e entrevistou Mengálvio, com direito a foto ao lado dele e tudo, para um jornal de campanha do tal político, cujo nome não vem ao caso.
Mengálvio, jeitão simples, sem frescura, era então treinador numa escolinha da prefeitura paulistana, então sob a desastrada e sinistra administração Celso Pitta. O autor deste blog se beliscou para saber se era verdade: ali, naquela escolinha humilde da zona sul, o famoso Mengálvio?
E era, como comprova a foto: estava frente a frente com Mengálvio, que tantas e tantas vezes ouvira no radinho Mistsubishi do seu pai ser escalado por Fiori Gigliotti na mais famosa linha de ataque do mundo: Dorval, Mengálvio, Coutinho, Pelé e Pepe.
Foi uma entrevista muito bacana, mas da qual só sobrou esta foto, que o autor do blog do NP guarda com muito carinho. Nas idas e vindas da vida, este blogueiro perdeu o exemplar do jornal onde saiu a reportagem com Mengálvio.

Baú do NP: FOLHA DE BOITUVA faz 88 anos

Logo original da Folha de Boituva
(clique nas imagens para ver melhor)
Neste mês de setembro o título Folha de Boituva completa 88 anos de existência. Digo ‘neste mês de setembro’ porque há uma divergência sobre sua data de fundação.
O atual herdeiro da marca 'Folha de Boituva", nosso amigo Luiz Carlos Paes Vieira, coloca na página da FB no Facebook o dia 23 de setembro de 1923.
Já o historiador e poeta boituvense Francisco de Oliveira Filho, com quem tive a oportunidade de conviver, relata em seu livro Boituva de Ontem, publicado a duras penas em 1987, que a FB surgiu em 13 de setembro de 1923.
Lá pelas tantas páginas de seu livro, “Seo Oliveira”, como carinhosamente era chamado, refere-se ao emblemático ano de 1922, que ficou marcado pela Semana de Arte Moderna e  pelo Centenário da Independência do Brasil, saudando o surgimento da Folha.
Atuação importante na luta pela emancipação
Saborosamente, Seo Oliveira conta que por essa época Boituva crescia, mas faltava à cidade um porta-voz, alguém que batalhasse por seus interesses, o que aconteceria com a fundação, em 13 de setembro de 1923,  do semanário Folha de Boituva, cujo lema era “imparcialidade e civismo”.
Ressaltando a luta do jornal pela emancipação política do município, que acabou por acontecer em 6 de setembro de 1937, ‘separando’ Boituva de Porto Feliz, Seo Oliveira alinha as três gerações que até então foram responsáveis pela FB.
Manoel dos Santos Freire foi o fundador, vindo depois Rogério Gomes, seu filho, e Rogério Gomes Filho, seu neto. O autor deste blog conheceu Rogério Gomes Filho, o querido ‘Lelo”, muito cedo, pois na edição de 24 de novembro 1968, quando tinha 11 anos, a Folha de Boituva publicou em sua primeira página um texto dele: “Garoto do 4º ano primário envia mensagem ao Prefeito eleito”.
 O texto, seu primeiro rabisco em tipos de imprensa , foi encomendado por seu pai, Antonio Soldera, que certamente recebera a encomenda de alguém do grupo político ao qual pertencia.
O livro "Boituva de Ontem" diz
que fundação foi no dia 13
A mensagem, que vocês podem ver neste post, saudava o prefeito recém-eleito, José Eurico Ferriello, como alguém que iria fazer a conciliação administrativa da cidade, que ficou durante anos dividida em turma de baixo e turma de cima, ou entre ‘picaços’ e ‘micuins’.
Autor deste blog teve seu
1º texto publicado na Folha
Mas este é outro assunto e NP voltará a ele noutra oportunidade. Assim como voltará a falar de Rogério Gomes Filho e do Seo Oliveira, o homem que criou o Museu Histórico e Pedagógico de Boituva, onde estava instalada a primeira biblioteca frequentada pelo criador deste blog. Inté.
  
OLHA AÍ O LELO - Queria por uma foto do  Lelo aqui no post mas não tinha. Aí dei uma busca na internet e achei um site chamado Amigos do Paraquedismo. E aí está o Lelo (seta) numa foto de 1970, tirada após o primeiro salto naquele que seria o Centro Nacional de Paraquedismo. Apresentado como presidente do Rotary Clube local e diretor da Folha de Boituva, Lelo está entre (da esquerda para direita) Décio Faria de Almeida, presidente da União Brasileira de Paraquedismo,  o atleta“Bié”(Gabriel),  Tancredo Primo , presidente do Lions Club,  José Eurico Ferriello, prefeito de Boituva,  paraquedistas “Salt” e Ademir, e  Roberto Faria de Almeida.

FOTOS FAZEM PENSAR NOS EXTREMOS DA VIDA

O Instituto Moreira Salles, em parceria com a Maison Européene de La Photographie, de Paris, França, está promovendo, em Sampa, uma exposição que reúne cem imagens que representam situações extremas da história, das sociedades, dos indivíduos e dos costumes ao longo dos últimos 65 anos, todas registradas pelas lentes de grandes nomes da fotografia mundial.
A foto que ilustra o convite da exposição, tirada na Carolina do Norte, Estados Unidos, em 1950,  por Elliott Erwit, resume com perfeição o mote central da mostra. Nela, um negro utiliza modesto lavatório sob a inscrição "colored" para beber água, tendo ao lado um belo bebedouro destinado aos brancos. A imagem retrata o extremismo da discriminação racial que imperava à época - e que aída existe pelos States e outras partes do mundo, inclusive aqui, onde tudo acaba em samba, pizza ou sangue.
NP mostra a seguir algumas das fotos expostas. A exposição “Extremos” fica em cartas até 27 de novembro, no Instituto Moreira Salles de São Paulo, à Rua Piauí, 844, 1º andar, Higienópolis. Com entrada gratuita, a mostra pode ser vista por maiores de 14 anos, de terça a sexta-feira, das 13h às 19h. Aos sábados e domingos, das 13h às 18h.
A foto de Elliott Erwitt, feita em 1950, ilustra o convite e dá o mote da mostra















Da série The Last Resort, de Martin Parr, New Brigton, 1983-1985


















Sprays protegem bombeiro do calor das chamas, do nosso Sebastião Salgado

DISQUE MAU HÁLITO MENTAL. POR QUE NÃO?

 DEPOIS DO 'DISQUE BAFO DE ONÇA'
 UM 'DISQUE MAU HÁLITO MENTAL'
Pois não é que teve um dentista esperto aí que criou um negócio chamado Disque Mau Hálito? É verdade. Basta dar um google que você encontra a história toda.
Todo mundo conheceu ou conhece alguém com mau hálito. O cara ou a cara chega pertinho, fala, e aquele bafo de onça quase faz você desmaiar. Você se afasta, mas o cheiro vem junto e fica na sua narina por um bom tempo.
O pior é que não temos coragem de dizer para a criatura que ela tem o problema. E é aí que mora o segredo do Disque Mau Hálito. Alguém vai ligar para o ou a boca podre e avisar, com muito jeitinho: Olha, alguém que te gosta muito disse que você tem mau hálito...
A partir daí vem a propaganda do tratamento etc e tal. No fundo no fundo, uma coisa boa, não é mesmo? Mas NP sugere e põe em debate a criação de um serviço semelhante, mas para "mau hálito mental".
É isso mesmo, mau hálito mental, pois ideia ruim, além de ter um fedor cultural e social, é extremamente prejudicial à saúde das pessoas.
E, se partir de políticos, os caras mais suscetíveis a mau hálito mental, a coisa atinge seguramente os nossos bolsos também. Mas para políticos a arma são o voto consciente e a organização da sociedade civil. Queremos mesmo o Disque Mau Hálito Mental para aqueles cidadãos ou cidadãs que estão por aí, às vezes ocupando grandes espaços de mídia, e que acham que somos obrigados a pensar pela sua cartilha, sem respeitar opiniões, individualidades, a experiências ímpares que cada pessoa vivencia nesta curta e às vezes indecifrável vida.
Um Disque Mau Hálito Mental para pessoas que se dizem cheias de certeza, ignorando que a dúvida é o que nos mantém vivos e pensantes.
Fica aí, portanto, a sugestão. Só não vale denunciar o autor deste blog, pois ele está sempre aberto ao diálogo e jamais quis impor nada a ninguém.

Cai o ministro de ouros, cai o ministro de paus...

Ontem caiu o quinto ministro do atual governo sob acusação malversação do dinheiro público e outras sacanagens. Desta vez foi o titular da pasta do Turismo, Pedro Novais, do PMDB do do Maranhão, cuja cabeça rolou por conta da revelação de que usou verba da Câmara dos Deputados para bancar a empregada e o motorista particular da sua esposa.
Esse ministério da presidenta Dilma Rousseff, cujo governo só tem oito meses e já acumula cinco degolas ministeriais, lembra o refrão da música Cartomante, de Ivan Lins e Vitor Martins, imortalizada na voz e na interpretação da gloriosa Elis Regina, nos anos 1970, quando ainda vivíamos à sombra da ditadura implantada em1964.
O refrão, para quem não se lembra ou nunca ouviu, era assim: Cai o rei de Espadas / Cai o rei de Ouros / Cai o rei de Paus / Cai não fica nada... E Elis ainda frisava, para delírio da galera que queria o fim dos Anos de Chumbo: “caaaai o reeeeeei...”
Apesar de o substituto do ministro ser outro aliado desta praga chamada Sarney, NP parabeniza a presidenta por não compactuar com esses sacripantas que assumem e ingressam na vida política só pensando em enriquecer e sacanear o povo.
No entanto, é preciso que esse seja apenas um detalhe do governo, que não se perca o foco das grandes conquistas nos campos da educação, infraestrutura, habitação e saúde, que NP resume como Projeto de Saneamento Básico do Brasil – PSBB.
Embora a música tenha sido feita em outro contexto, serve refletir sobre coisas do poder. Ouça Elis cantando Cartomante.

Ainda bem que existe Marisa Monte...

"Ainda Bem" é uma das canções do oitavo álbum produzido em estúdio pela genial cantora Marisa Monte, ainda sem data de lançamento prevista. Divugada em seu site, com letra cifrada e tudo para download, a música "Ainda Bem" é uma parceria com Arnaldo Antunes.
Gostosa de ouvir (e cantar) a música certamente vai ser muito tocada nas poucas rádios que realmente levam ao ar coisas boas nos tempos atuais. NP acompanha a carreira de Marisa Monte desde seu primeiro bolachão, lançado no final dos anos 1980, e acha que ela é uma das melhores intérpretes da nossa música, uma das poucas que podem figurar ao lado de divas como Elis Regina, Elizeth Cardoso, Nana Caymmi, Nora Ney e outras mais. E, em meio a tanta porcaria que tentam nos impingir nos últimos tempos, temos que agradecer aos céus: "Ainda bem que você existe, Marisa Monte".

RETOMADA - O trabalho será o primeiro desde "Universo ao meu Redor", de 2006. A maior parte das gravações do novo álbum aconteceu no Rio de Janeiro em um período de cerca de seis meses.
"Durante esse tempo, eu passei por São Paulo, Nova York e Los Angeles. Levei sempre comigo o HD do projeto e fui gravando com músicos locais. Apenas uma canção foi gravada em Buenos Aires", conta Marisa.
O disco que está sendo lançado foi mixado em maio, em Nova York, em grande parte com Dillett e com Mario Caldato. Os últimos trabalhos de estúdio de Marisa Monte foram os álbuns "Infinito Particular" e "Universo ao Meu Redor", lançados juntos em 2006.
No mês passado, durante o festival Telefônica Sonidos 2011, em Sampa,, Marisa Monte dividiu o palco com a cantora Julieta Venegas, que nasceu nos Estados Unidos e foi criada no México.
Coloque o fone de ouvido e curta o som e a letra de "Ainda Bem".
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Carga é descarregada no meio da rua no ABC

CEGONHEIROS DESCARREGAM CARRÕES
NA PISTA DA AVENIDA EM SANTO ANDRÉ

Exibir mapa ampliado

O Celular implacável NP já flagrou por diversas vezes uma cena que é no mínimo esquisita: caminhões-cegonha descarregando automóveis, a qualquer hora do dia ou da noite, em plena pista de uma das mais movimentadas avenidas de Santo André, na região do ABC.
O fato se dá sempre na pista da direita da Avenida Dom Pedro 2º no sentido de quem vem de São Caetano do Sul pela Avenida Goiás, um local onde não se avista sequer uma concessionária de veículos por perto.
Como são apenas duas pistas, o caminhão-cegonha estreita ainda mais a passagem, criando uma situação que pode resultar em acidente sério, pois o a carreta fica estacionada no topo de uma subida em curva.
NP tentou ouvir um dos motoristas que param por ali. Sem se identificar e muito secamente ele disse que "são carros que vem do Norte".
"A gente traz os carros de lá para cá e leva outros para lá", grunhiu, de cara feira, encerrando o assunto. Seria interessante que as autoridades andreenses investigassem o que acontece nessas operações em plena avenida Dom Pedro 2º. Mas, segundo uma pessoa que trabalha próximo, "as viaturas passam e nem reduzem a velocidade".
Se não existe irregularidade com os veículos ali descarregados, há o fato de o caminhão-cegonha parar em local inadequado, existindo aí, no mínimo, uma infração de trânsito a ser punida, como você, leitor, pode ver claramente nas imagens abaixo.
Máquinas, como esse Mercedez, acompanham a descida de outros carrões

















O caminhão, já descarregado, visto do ângulo de quem chega a Sto. André
















No mesmo local, em plena noite, o cegonheiro deixou a carreta estacionada

















Aqui, no dia desta postagem, foto mostra operação descarga em andamento

Reflexões na ressaca do Dia da Pátria

Que a meia-dúzia que protestou no Sete
de Setembro vire milhões o quanto antes

Segundo a Folha de S.Paulo desta quinta-feira com cara de segunda as manifestações marcadas contra a corrupção foram um fiasco em cinquenta cidades do País, com exceção do ato em Brasília, que reuniu cerca 12 mil pessoas. 
Em São Paulo, ainda de acordo o jornal, os dois protestos agendados pelo Facebook levaram 1,2 mil pessoas à avenida Paulista, segundo cálculo da Polícia Militar. 
No Rio de Janeiro, só 50 pessoas foram à Cinelândia, tradicional ponto de manifestações populares. Em Belo Horizonte e no Recife, os protestos reuniram um grupo de 20 pessoas.
São números realmente pífios, mas, como tudo precisa ter um primeiro passo, é um começo. A ressaca do Dia da Pátria nos leva a uma série de reflexões e uma delas, sem dúvida, é esta: o que fazer para tentar conter a escalada da corrupção no País?
Os políticos, com raríssimas exceções, institucionalizaram a safadeza e a roubalheira, com a maior cara de pau. Nem vídeo compravando o recebimento de propina (vide caso Jaqueline Roriz) consegue levar à punição os integrantes desta corja de salafrários que tomou conta de nossos legislativos e executivos.
A sociedade civil não se organiza e nada faz contra essa sem-vergonhice. Muitos, como o autor deste blog, esbravejam contra a situação, mas de concreto nada fazem.
Aliás, as pessoas, apesar de toda informação existente nesta era digital, estão cada vez mais reclusas, inconscientes e avessas a atitudes coletivas.
Todo mundo quer livrar o seu e dane-se o comunitário, o coletivo. 
Uma quantidade enorme de brasileiros vivem em condomínios, e a maior queixa dos síndicos é a ausência de moradores nas assembleias.
Quer exemplo maior de desinteresse do que essa omissão? Se as pessoas não comparecem nem às reuniões que decidem sobre o seu investimento maior na vida, que, geralmente, é a moradia, que dizer então de um encontro para discutir problemas do bairro, questões da cidade onde vivem e pagam seus impostos?
NP, porém, acredita que não devemos esmorecer. É preciso que estejamos cada vez mais envolvidos e mais comprometidos num movimento contra esses desmandos que povoam diariamente a mídia.
Vamos formar associações de bairro, vamos "tuitar", "facebookar", mas vamos fazer alguma coisa. Já disse o poeta que quem fica parado é poste. Ao que, em se tratando de seres humanos, NP acrescentaria: é trouxa, é imbecil.... Vamos lá, vamos buscar caminhos para dar um basta nesta situação.