Estudantes debatem vida e morte do NP

ELVIS NÃO MORREU: REI DO ROCK
CANTA E MATA AULAS NA ESTÁCIO
Conversa sobre o NP foi com luz de emergência
Na noite desta terça-feira (25/10), no auditório do campus Jabaquara do Centro Universitário Estácio, em São Paulo, a vida e a morte do jornal Notícias Populares foi tema de discussão entre alunos de jornalismo e professores num bate-papo com o escriba responsável por este blog.
Convidado a participar da Semana da Comunicação, que está acontecendo na Estácio, o jornalista Soldera falou após o performático show de Bob Lee, aluno da instituição e cover juramentado de Elvis Presley.
Em meio à apresentação de uma rajada de canções de Elvis, que levou à loucura a galera, Bob Lee pediu desculpas a um dos professores por ter matado algumas de suas aulas.
Por falta de energia elétrica, a conversa sobre o NP foi realizada com luz de emergência, sem microfone e, claro, sem datashow. Por conta disso, reconstuímos o crime por meio de links para textos e imagens a respeito do que foi levantado sobre a folha corrida do Notícias Populares.

TINHA UMA MESA DO MEIO DO CAMINHO...

 "No meio do caminho tinha uma pedra/ tinha uma pedra no meio do caminho"... Ou seria uma mesa? Que o poeta Carlos Drummond de Andrade, de onde quer que esteja, nos perdoe, mas não houve como não brincar com a ideia quando NP recebeu a foto tirada pela internauta Lourdes Maria, moradora de Santo André, no ABC.
 A simpática pracinha, que fica no bairro onde ela reside, vira e mexe serve de local de 'desova' de móveis e outros entulhos que os lixeiros não recolhem. E, como nos escreve Lourdes, parodiando o poema de Drummond:
"Nunca me esquecerei desse acontecimento na vida de minhas retinas tão fatigadas. Nunca me esquecerei que no meio do caminho tinha uma pedra, ou que no meio da pracinha tinha uma mesa..."
Para não perder a viagem confira o poema em vários idiomas..

E A MESA CONTINUARÁ NO MEIO
DA PRACINHA POR MUITAS LUAS
Na primeira noite, a mesa ficou intacta, no mesmíssimo lugar. Porém, na...

...na segunda noite foi quebrada, embora continuasse no mesmíssimo lugar
Devarinho a mesa vai sumindo, mas sempre no mesmo lugar


GRÃ-FINOS TENTAM IMPEDIR TRANSFERÊNCIA DE ALBERGUE PARA BAIRRO ESNOBE E SE ESTREPAM

Na tentativa de brecar a transferência de um albuergue de moradores de rua para o bairro, grã-finos de Pinheiros, na capital paulista, levaram a maior invertida do Ministério Público.
Em um pedido com 1,2 mil assinaturas, os esnobes proprietários queriam impedir que o albergue fosse instalado numa área residencial supernobre localizada na Rua Cardeal Arcoverde.
O tiro, porém, saiu pela culatra. Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, o promotor Maurício Antonio Ribeiro Lopes comparou a iniciativa às tomadas na Alemanha nazista.
"É de provocar inveja a qualquer higienista social do Terceiro Reich a demonstração de tal insensibilidade. A ideia – ou o que ocupa o que deveria ser o seu lugar –, associando pobreza a criminalidade e violência, não tem guarida teórica e ética", sentenciou.
"Esse pedido é muito revoltante", qualificou ainda o promotor, que indeferiu a petição e enviou os nomes de seis síndicos que encabeçavam o documento para a Delegacia de Polícia Especializada em Crimes Raciais de Delitos de Intolerância (Decradi)
Todos responderão  a  inquérito por “intolerância social”, prevista no artigo 5º, inciso 41, da Constituição.
Veja reportagem do UOL.

Pra não dizer que NP não falou de Steve Jobs

Com tecnologia iPod, Apple
lançará JukeJobs e SteveBox

E, de repente, tão rápido quanto você muda a tela do seu iPhone a notícia da morte do gênio da informática, Steve Jobs, percorreu o planeta e tomou conta da mídia-espetáculo dos dias atuais.
Num instante todos os sites se ocupavam do assunto, todas as rádios comentavam a grande perda e as tevês mostravam extensas reportagens sobre o criador da Apple.
No dia seguinte, os jornais abriam enormes espaços de capa ao menino órfão de pais vivos (foi entregue para adoção assim que nasceu) que superou todas as barreiras e conseguiu se transformar numa das figuras mais admiradas do mundo.
As revistas tupiniquins não ficaram atrás, com destaque para a Veja, que botou em sua capa o símbolo da Apple, a maçãzinha mordida, como se fora uma simpática nuvenzinha, com Steve a bordo e, claro, batucando em uma das suas criações.
Istoé remou contra os gigabytes e terabytes, trazendo na capa a presidenta Dilma em duelo com a gang da Fifa... Depois o pessoal não entende por que os nerds odeiam tanto os políticos...
Mas bacana mesmo foi a manchete do site Sensacionalista: “Apple lança dispositivo para que fãs se comuniquem com Steve Jobs: o Chip Xavier”.
Na esteira da notícia, NP apurou que o Chip Xavier servirá para que a Apple faça Jobs, lá do Além, pensar num aperfeiçoamento para a JukeBox, a antiga máquina de tocar música que fazia e faz a festa de frequentadores de lanchonetes, bares e puteiros.
Afinal, se vivesse por mais tempo, talvez Steve tivesse prestado atenção na JukeBox, transformando-a num tocador de música mais inteligente, tipo o iPod, a “vitrolinha” de MP3.
Para nós do NP não precisa mexer no design cafona dela, que é a marca registrada da JukeBox em qualquer parte do mundo. Para nós aqui do Brasil, basta que a nova JukeBox tenha um dispositivo que a impeça de tocar pagodinhos vagabundos, nojeirices do mundo funk e outros atentados cometidos contra nossos ouvidos em dias atuais.
O equipamento, que deverá ser lançado em duas versões, será batizado como SteveBox e JukeJobs...