Diabetes pode ser vilã de infarto, derrame e outras doenças cardiovasculares. Portanto, fique esperto

Alimentação é uma das principais armas contra a doença
Dados do Ministério da Saúde dizem que existe cerca de 11 milhões de portadores de diabetes, sendo que somente 7,5 milhões são diagnosticados. A diabetes é caracterizada pelo aumento anormal de açúcar no sangue, sendo uma das cinco doenças que mais matam no país.
Não controlada, a diabetes pode facilitar a aparição de outras doenças como infartos, derrames, problemas cardiovasculares, amputação de membros inferiores, perda da visão e perda da função da renal – 50% das pessoas que fazem hemodiálise são portadores de diabetes. Detalhe: a diabetes é a principal causa de cegueira no mundo.
Pessoas têm diabetes tipo 2 e não sabem “Muitas pessoas que possuem diabetes tipo 2 passam anos sem diagnóstico, devido a características da doença e pelo desconhecimento dos médicos não especializados, dificultando o tratamento, o que pode levar a sérias complicações.”
A advertência é do endocrinologista Fadlo Fraige Filho, chefe de Serviço de Endocrinologia do Hospital Beneficência Portuguesa e presidente da Associação Nacional de Assistência ao Diabético (ANAD), destacando a importância de se estar atento aos sintomas da doença para que seja diagnosticada e tratada adequadamente ainda no início, reforça o médico.
Complicações somem com tratamento Acompanhamento médico, uma rotina de atividades físicas e uma alimentação saudável, são ótimas aliadas para um melhor controle da doença e também uma forma de não acarretar outras complicações ao paciente. O médico ressalta que é necessário manter uma dieta equilibrada e personalizada, que deve ser monitorada adequadamente por um médico.
“É importante que o paciente mantenha hábitos saudáveis, sem excessos calóricos e refeições menos ricas em gordura”, explica Dr. Fadlo. “As complicações da diabetes praticamente não existem quando o paciente faz um tratamento adequado, com o acompanhamento do médico especializado, neste caso, o endocrinologista”, destaca o presidente da ANAD.

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