Ação para derrubar "salário-esposa" de servidores

AÇÃO QUER DERRUBAR PENDURICALHO SACANA
QUE GARANTE SALÁRIO-ESPOSA A SERVIDORES

Ação popular pública, protocolada dia 29/6 por dois advogados no Tribunal de Justiça de São Paulo, pede a suspensão do pagamento de uma excrecência chamada “salário-esposa”, que engrossa o holerite de servidores da Prefeitura de São Paulo e de órgãos da administração pública direta e indireta do município.
Há alguns dias a Câmara Municipal de São Paulo aprovou uma série de benefícios a servidores que inclui o reajuste do salário-esposa. Criado por lei municipal de 1979, o penduricalho é concedido a servidores homens que são casados ou vivem junto com mulheres que não trabalham. Já no Estado de São Paulo a lei que estabeleceu a safadeza vale desde 1968.

MAIS DE 600 MIL POR ANO O valor, segundo a prefeitura de Sampa, do salário-amante... ops...salário-esposa é R$ 3,39, uma quantia pequena, mas que ganha vulto quando se sabe que, entre ativos e aposentados, o penduricalho safado beneficiou 12.275 servidores municipais em junho deste ano. Em 2017, a prefeitura torrou com o tal salário exatos R$ R$ 652.083,39, grana que poderia ser bem melhor aproveitada numa metrópole que, só para ficar num exemplo negativo, tem na sarjeta alto em torno de 20 mil pessoas.
A ação popular pública, protocolada pelos advogados Ricardo Nacle e Marcelo Feller, sustenta que o benefício não é constitucional, por ferir a isonomia salarial (ou igualdade de direitos) dos servidores.A suspensão ou manutenção do benefício depende de uma liminar (decisão provisória) da Justiça e da posterior análise do mérito da ação por decisão colegiada.

Pelezão: de mendigo a ídolo das madames

PSICÓLOGA PEGA NA MARRA
E VIOLENTA O INDIGENTE

Neste dia 29/8, completa 34 anos a história que rendeu uma sequência de 11 manchetes ao jornal Notícias Populares, elevando bastante a já diariamente elevada tiragem do falecido NP, cuja última edição tristemente circulou em 19 de janeiro de 2001.

O autor desse blog teve o privilégio e a felicidade de ser repórter de polícia no NP nos anos 1980. Das teclas de uma velha máquina de escrever Royal, que era seu equipamento de trabalho na redação, saíram os principais lances da história do Pelezão e da psicóloga tarada.

Se você quiser relembrar ou conhecer os detalhes do caso, basta clicar em Gênesis, aqui ou no índice ao lado. Veja ainda Galeria NP.

(Em tempo: as reproduções e as legendas que ilustram esta nota são do livro "Nada mais que a verdade – A Extraordinária história do jornal Notícias Populares", escrito por Celso de Campos Jr., Denis Moreira, Giancarlo Lapiani e Maik Rene Lima.)